Atletas

Sta.
18/abril/2012

Oscar Galindez é TRI no Half Triathlon de Concórdia!

Com grande desempenho, o argentino radicado em Santos, Oscar Galindez, da equipe Tremendão, garantiu o tricampeonato (segunda vitória seguida) no Half Triathlon de Concórdia, na Argentina, neste domingo (15). Ele completou os 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21 km de corrida, em 3h56min. “Fiz uma das melhores provas dos últimos tempos, com uma corrida espetacular”, comemorou o tricampeão.

Na natação, Galindez saiu em quarto lugar, puxando o grupo onde estavam vários favoritos. No começo do ciclismo, demorou a encontrar seu ritmo e estava a dois minutos do líder Francisco Pontano, campeão em Lake Place e Wisconsin, nos Estados Unidos. Já na corrida, começou em terceiro e no km 7 já estava liderando. “No meu relógio fiz 1h16min os 21 km. Corri solto, como se só tivesse uma meia maratona, sem pedalar antes”, comentou o triatleta patrocinado por Olympikus, OG Design, Oakley, Santaconstancia, 11afondo, Aqua Sphere, Volvo, Autostar, Profile Design, Zipp e Tremendão.

Antes dessa vitória, Galindez garantiu três importantes resultados. Em março, no Ironman 70.3 de San Juan, em Porto Rico, ficou em quinto lugar. Antes, em fevereiro, foi o oitavo na prova no Panamá, ratificando a condição de um dos melhores “pedais” do Mundo na modalidade, ao ser o mais rápido que o ícone do ciclismo, Lance Armstrong nessa parte da prova. E no início deste mês foi o segundo colocado no GP Extreme Endurance Triathlon, em São Carlos.

Para saber tudo sobre a carreira de Oscar Galindez, há o site oficial www.oscargalindez.com

Parabéns Galindez!!!

Sta.
MundoTri
30/janeiro/2012

ARIANE MONTICELI: DEIXANDO A AVIAÇÃO PARA ALÇAR VOOS MAIS ALTOS NO TRIATHLON

Para muitas pessoas, ser um triatleta é algo impensável, afinal, como muitos dizem, os triatletas “nadam o que muitos não corem, correm o que muitos não pedalam, e pedalam o que muitos não percorrem de carro”. Imagine se você incluir nessa rotina trabalho e amigos? E se for uma atleta que corre como profissional e não tem rotina definida?

Durante muitos anos, Ariane Monticeli conjugou as atividades de triatleta profissional e aeromoça da TAM Linhas Aéreas, trabalhando em voos internacionais com escalas e horários malucos por todo o mundo. Entre um voo e outro, foram diversos treinos nos mais diversos horários, sem pestanejar. Mesmo com essa rotina, Ariane saiu de triatleta amadora para o 3º lugar no Ironman Brasil 2011, além de ter sido eleita a triatleta do ano da Revista MundoTRI na categoria Ironman.

Ariane conta que sempre quis se tornar aeromoça: “Lembro-me dos questionários que todos nós respondíamos quando éramos crianças: Quem você levaria para uma ilha deserta? O que você quer ser quando crescer? Que lugar do mundo quer conhecer?”. Para a atleta, as respostas sempre eram: o garoto mais bonito da sala; ser aeromoça; e ir para o Havaí. Sim, o Havaí já estava na sua vida, seria um bom presságio?

Influenciada pela tia, comissária da Varig, Ariane viu os anos dourados da aviação, o que a fascinava. Novas culturas, pessoas diferentes, cidades desconhecidas, tudo isso habitava o imaginário da jovem Monticeli, que sequer sabia o que era Triathlon nessa época.

Embora o Triathlon não fizesse parte da vida de Ariane na adolescência, ela já estava envolvida no esporte: “Meu pai nunca me deixou trabalhar quando era adolescente, queria que eu me dedicasse aos estudos e ao vôlei, por isso treinava e estudava todos os dias”, conta a atleta que era jogadora do Grêmio Náutico União, em Porto Alegre/RS.

Ao terminar o Ensino Médio, a gaúcha não titubeou ao decidir pular o vestibular: resolveu ser comissária de bordo. Com 17 anos, Ariane começou o curso de formação e, em alguns meses, já estava em São Paulo, participando de processos seletivos das principais empresas. Logo depois, começou sua carreira na TAM Linhas Aéreas.

“Fora o mundo novo diante de mim, conheci o Brasil inteiro. Fiz passeios inesquecíveis, comi a comida típica de cada lugar, e os passageiros... Ah, os passageiros... Cada um com costumes diferentes.”

Para manter a forma, Ariane passou a correr durante as pernoites de seus voos, cerca de 1h30 por dia, independente do lugar onde estivesse. Foi então que o Triathlon entrou, por acaso, em sua vida. “Tinha muita energia e disposição, por isso entrei em uma academia ao lado da minha casa, que tinha uma piscina de 17 metros. Conheci alguém que treinava Triathlon, daí foi um passo para fazer também”.

No começo, não passava em sua cabeça ser uma triatleta profissional, ela só queria treinar mais e mais. Em pouco tempo, os passeios durante as pernoites deram lugar a treinos e mais treinos, sempre procurando lugares para nadar, pedalar e correr em cidades do Brasil e do exterior. “Comecei a conhecer pessoas do meio do Triathlon e fiz vários amigos. Isso me deu mais facilidade para treinar nas diversas cidades que visitava, pois sempre tinha um triatleta local que me ajudava. Ana Lídia Borba, por exemplo, sempre que pernoitava em Brasília, me pegava no hotel e me emprestava uma bike, além de sempre me levar para nadar.”

Hoje, com 29 anos, 11 anos de aviação completados no dia da prova do Ironman 70.3 Pucón, Ariane busca novos horizontes para sua vida. A atleta ficará 6 meses de licença para se dedicar inteiramente ao Triathlon, visando a classificação para o Mundial de Ironman 2012, em Kona/Havaí. O primeiro grande estágio será o Ironman Brasil, prova na qual Ariane pode repetir o feito de Fernanda Keller e subir no degrau mais alto do pódio.

“É uma nova fase. Resolvi me conceder uma chance e arriscar para saber o quão boa posso ser de verdade, sem essa loucura de conciliar meus treinos com os voos. Se não der certo e eu não quiser voltar para a aviação, procuro outro emprego. Começo do zero novamente, por que não? Afinal, o importante é ter saúde!”.

Claro que será difícil para a atleta se distanciar totalmente dos aeroportos, passageiros etc., mas, como ela mesma diz: “hoje sou mais atleta do que comissária, gosto muito mais disso”.

Ariane sabe que a nova rotina, agora em Florianópolis, será difícil, afinal sobreviver como triatleta no Brasil é uma tarefa árdua, mas não há dúvidas de que ela conseguirá. Sua atitude demonstra isso: “Fico feliz de poder dividir isso aqui com vocês”.

Toda a equipe MundoTri deseja muita sorte a Ariane, que, ao interromper sua carreira de comissária, se lança no Triathlon para alçar voos muito mais altos.

Crédito da foto: MundoTri

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13/janeiro/2012

OSCAR GALINDEZ RETORNA ÀS ORIGENS COMPETINDO NO TRIATHLON DE LA PAZ NA ARGENTINA

Um dos maiores nomes da história do triathlon latino-americano, o argentino radicado em Santos, Oscar Galindez, está voltando às origens. Depois de anos dedicando-se às provas de longa distância, o triatleta da equipe Tremendão compete neste domingo (15) numa das principais provas do continente e em seu país, o Triathlon Internacional de La Paz.

A disputa nas distâncias olímpicas – 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida – tem o nome de Galindez mais do que consolidado, com nada menos que oito títulos. “Minha última participação foi há nove anos e fiquei em terceiro lugar. A prova é um verdadeiro clássico do triathlon, não só argentino, mas de toda América Latina, pois é feito há quase três décadas”, destaca Galindez.

“A minha volta, posso dizer que será muito movimentada, pois além de competir, farei duas doações para as instituições da cidade, Hogar de Niños e Hogar de Acianos, finalizando meu projeto solidário do Ironman Cozuel 2011. É muito importante, gratificante poder usar o esporte como ação social e ajudar a comunidade diretamente”, comenta o triatleta, patrocinado por Olympikus, OG Design, Oakley, Santaconstancia, 11afondo, Aqua Sphere, Volvo, Autostar, Profile Design, Zipp e Tremendão.

Oscar Galindez lembra bem da prova e elogia a participação popular. “O triathlon é um evento muito esperado e no final de semana os 18 mil habitantes vão ao porto assistir a disputa. É uma verdadeira festa, sem precedentes na modalidade. Sinceramente, o único triathlon em distâncias olímpicas que não só se manteve vigente, como também cresceu muito. Agora, então, que vale pontos para a corrida olímpica, reunindo atletas de várias partes do mundo, se torna mais atrativo ainda”, ressalta.

Aos 40 anos de idade e com 25 anos de triathlon, Oscar Galindez segue firme na carreira e tem importantes resultados, que o destacam como um dos ícones da modalidade, como o título mundial de duathlon, o hexa sul-americano, o penta pan-americano, duas medalhas de bronze em Jogos Pan-Americanos, sete títulos no Triathlon Internacional de Santos e também no Troféu Brasil e três no Ironman Brasil. 

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14/dezembro/2011

ATLETAS STA. ESTÃO NA VOTAÇÃO DE MELHORES TRIATLETAS DE 2011

Ao longo do ano de 2011, você acompanhou no MundoTri todos os atletas e as principais competições do triathlon nacional, além da participação desses atletas no exterior. Agora chegou a hora de participar da nossa tradicional escolha dos melhores do ano. Selecionamos os cinco triatletas brasileiros que mais se destacaram em 2011 para que você decida até o dia 20/12. Acesse o site e registre o seu voto:

Masculino
Quem é o triatleta do ano 2011?
Adriano Sacchetto (Sta.)
Alexandre Ribeiro (Sta.)
Guilherme Manocchio
Reinaldo Colucci
Santiago Ascenço (Sta.)

Feminino
Quem é a triatleta do ano 2011?
Ariane Monticeli (Sta.)
Carolina Furriela (Sta.)
Pâmella Oliveira
Susana Festner (Sta.)
Vanessa Gianinni

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29/novembro/2011

RIBEIRO E MONFORTE SÃO NOVOS CAMPEÕES DO ULTRAMAN TRIATHLON

O carioca Alexandre Ribeiro, 46 anos, tornou-se pentacampeão geral do Ultraman Triathlon, disputado neste final de semana. O Ultraman é uma prova duríssima, realizada durante três dias consecutivos, e possui o seguinte formato: 1º dia – 10 km de natação e 145 km de ciclismo; 2º dia – 276 km de ciclismo e 3º dia: 84,4 km de corrida.

Alexandre Ribeiro sagrou-se pentacampeão (2003, 2005, 2008, 2009, 2011) do Ultraman após permanecer em 3º lugar geral durante os dois primeiros dias de competição e, no último dia, durante os 84,4 km de corrida, alcançar a liderança com um ritmo de 4min37seg por quilômetro. A batalha de Ribeiro foi dura contra o calouro em Ultraman, o canadense Michael Coughlin, que chegou apenas 10 minutos atrás de Ribeiro. Já o sueco Jonas Colting, bicampeão do Ultraman (2004 e 2007), que liderava até o final do segundo dia de prova, acabou desistindo da corrida com dor no quadril.

A diretora de prova, Jane Bockus, disse ter ficado muito satisfeita ao ver Alexandre Ribeiro fazer uma boa prova após os problemas estomacais que ele teve em 2010, durante os três dias de competição.

O incrível feito de Ribeiro, que já participou de sete edições do Ultraman, é a afirmação do recorde de títulos de um atleta do Ultraman. Nas outras participações, ele foi o 4º colocado geral, em 2010 e 2º lugar geral, em 2007 – resultados impressionantes deste carioca que, até hoje, é dono do melhor tempo de um brasileiro do Mundial de Ironman no Havaí, com 8h49min15seg.

Entre as mulheres, a americana Amber Monforte tornou-se bicampeã da prova (24h42min01seg), tendo o primeiro título conquistado em 2010. O tempo de Amber é tão impressionante que sua marca foi a 6ª melhor desta edição, entre homens e mulheres. A segunda colocada foi a também brasileira, de Florianópolis, Vanuza Maciel, 41 anos, com 28h30min32seg. A brasileira conquistou seu melhor resultado das três participações em que esteve presente no Ultraman. O terceiro lugar ficou com Consuela Lively, 40 anos, da Flórida, com 29h35min25seg.

Um prova como o Ultraman não é para qualquer um, o esforço exigido vai muito além do físico. É necessária muita determinação e uma mente extremamente preparada para enfrentar as adversidades que são constantes. A combinação de preparação física e psicológica é fator preponderante para um atleta chegar até o fim do percurso.

Desde sua primeira edição, em 1983, o japonês Yoshihiro Chijimatsu é o recordista em participações concluídas do Ultraman. Ao todo foram 14 participações, sendo campeão na categoria 20-29 anos, em 1993. A mulher com maior número de participações é a americana Suzy Degazon, com 12 participações, sendo campeã nas categorias 30-39 em 2003, na 40-49 em 2005, 2006 e 2008.

Ultraman World Championships
Kona, Havaí – 25-17 de novembro de 2011

Top 5 em cada categoria

Masculino  
 

Nome

Total

10 km

Natação

145 km

Ciclismo

276 km

Ciclismo

84,4 km

Corrida

Alexandre Ribeiro

22:09:54

2:47:29

5:06:24

7:45:22

6:30:39

Michael Coughlin

22:19:08

2:56:39

4:50:19

7:44:23

6:47:47

Miro Kregar

23:33:11

3:17:48

5:47:58

8:03:15

6:24:10

Nino Cokan

24:17:46

2:47:15

5:11:21

8:15:19

8:03:51

Jeremy Howard

24:24:34

2:31:45

5:46:36

9:02:13

7:04:00

                                                                               
Feminino
 

Nome

Total

10 km

Natação

145 km

Ciclismo

276 km

Ciclismo

84,4 km

Corrida

Amber Monforte

24:42:02

2:54:58

5:25:33

8:31:04

7:50:27

Vanuza Maciel

28:30:32

3:25:29

6:18:36

10:19:58

8:26:29

Consuela Lively

29:35:25

3:37:31

6:31:46

10:20:30

9:05:38

Alice Robb

30:22:17

3:15:39

6:16:47

9:43:17

11:06:34

Kimmie Rouse

30:26:13

4:20:53

6:33:05

10:15:05

9:17:10

Crédito da foto: Josh Baker/Rick Kent

MundoTri
Carol Furriela
08/novembro/2011

CAROL FURRIELA É CAMPEÃ BRASILEIRA DE TRIATHLON OLÍMPICO

Neste último domingo, foi realizado em Vitória (ES), a segunda e última etapa do Campeonato Brasileiro de Triathlon Olímpico (1500m\40km\10km). A prova, que foi realizada pela Confederação Brasileira de Triathlon, teve excelente organização e contou pontos para o ranking nacional, além de consagrar os melhores atletas com um dos títulos mais importantes do país.

Carol Furriela, que fez uma prova excelente do início ao fim, foi a grande campeã do evento, além de tornar-se Campeã Brasileira de Triathlon SUB-23: “Me surpreendi com minha evolução na natação. Sai junto com as melhores nadadoras do país. Revezamos o tempo todo no ciclismo para abrir das demais atletas. Sabia que meu ponto forte era a corrida e logo no início comecei a abrir vantagem”.

Neste fim de semana, a atleta embarca para Balneário Camboriú (SC), onde disputa o GP Internacional, uma prova diferente, com formato contra-relógio, onde cada atleta larga sozinho a cada 30 segundos: “Essa prova não é meu objetivo, mas, por ser uma prova com excelente organização e dentro do estado onde sou federada, é importante que esteja presente; além de ser uma prova diferente e extremamente individual. Com certeza, será um ótimo treino!”, conta a atleta.

Para acessar o resultado do Campeonato Brasileiro, clique aqui. Outros detalhes da prova, você confere no Blog da atleta

Carol Furriela
MundoTri
30/setembro/2011

DOIS SONHOS, UMA ESCOLHA: TRIATLETA THIAGO VINHAL ADIA O SONHO DE KONA PARA GANHAR AS TELAS DA GLOBO

Thiago Vinhal (28), triatleta Mynd/Santaconstancia, foi o primeiro colocado na disputada categoria 25-29 anos no Ironman Brasil 2011. Em seu primeiro Ironman, Vinhal completou os 3,8 km de natação, 180 km de bike e 42 km de corrida em impressionantes 9:10:33. Sua maratona foi uma das melhores do dia em Floripa, com 2:59:49 e ritmo de 4min15seg por quilômetro.

Com a vaga garantida e no meio do treinamento para Kona, Thiago teve a prova de que 2011 é mesmo o seu ano: foi convidado a participar do Programa Hipertensão, da Rede Globo. Assim, o atleta adiou o sonho do Ironman do Havaí para disputar um prêmio de R$ 500 mil com mais 15 participantes no reality show de aventuras.

Dois sonhos, uma escolha. Enquanto o Ironman do Havaí acontece todo ano, a oportunidade de aparecer em rede nacional é única, o que fez Thiago não ter dúvidas na hora da escolha, feita sob sigilo absoluto, seguindo as regras do programa.

As provas envolvem desafios de concentração, preparo físico, equilíbrio, controle emocional e procepção. Toda semana, dois participantes são eliminados do programa, que é comandado pela simpática Glenda Kozlowsky. Thiago, que já enfrentou mais de um mês do desafio, permanece na briga entre os melhores.

Figura carismática do triathlon brasileiro, Thiago pode ser visto todas as sextas-feiras, às 00:05, e aos domingos, às 23:05. Único triatleta da disputa, Vinhal é o representante multiesporte nas emocionantes noites na telinha. Vale a pena conferir aqui.

MundoTri
Fernanda Keller
31/agosto/2011

FERNANDA KELLER E O IRONMAN HAWAII DE 1987

Uma história de amor, superação e vitórias, que começou em 1987. Recordista mundial, Fernanda Keller é a única triatleta do mundo 14 X top 10 no campeonato mundial de Ironman.

Fernanda Keller
 

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