Novamente a Sta. marca presença na feira do Grupo Opera que concentra excelentes marcas infantis!
Convidamos você para conhecer a nossa coleção de tecidos lisos e estampados no nosso Lounge no Opera!!!
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Rua Soldado Amarilho G. Queiroz, 77 - Pq. Novo Mundo CEP. 02147-901 Tel. 55 11 2982-7900 / Fax. 55 11 2982-0155
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A INVISTA, por meio da empresa de pesquisa independente Strategic Insights, promoveu em 2011 pesquisa com 2576 consumidoras de moda praia para analisar o comportamento na hora da compra, no uso, e também, no cuidado e conservação das peças após utilizadas. Foram entrevistadas mulheres entre 18 e 49 anos, que residem na Alemanha, Brasil, Estados Unidos, França, Itália e Reino Unido. De acordo com o estudo, a brasileira é a que está mais atenta à qualidade do produto (68%), seguida pelas americanas (49%) e depois pelas alemãs (48%).
Do total pesquisado no Brasil, a maioria das mulheres (88%) tem um biquíni no armário, quase metade (41%) tem um maiô e 14% possuem um tankíni – conjunto composto por camisete e parte inferior do biquíni. As brasileiras (69%) compraram uma, duas ou três peças de moda praia no último ano e a vestiram por mais de sete vezes nesse mesmo período.
A maioria das brasileiras que consomem (82%) planejam a compra deste item antes de entrar na loja. Entre os motivos que a levam a comprar estão:
- sair de férias (59%);
- viu uma peça que a interessou (47%);
- cansada da peça antiga (46%)
- biquíni está deteriorado (31%).
As lojas são escolhidas, além da qualidade, que é primordial, conforme revela a pesquisa, pelos seguintes fatores:
- bom preço (61%);
- ser o produto certo para ela (59%);
- ter grande variedade de modelos (59%);
- ter artigos que estão na moda (53%).
Grande parte (67%) prefere comprar em loja específica de moda praia. O segundo local preferido são as lojas de departamento ou magazines (57%), seguido por outros ponto de venda, como as lojas esportivas (18%), as lojas exclusivas de maiôs esportivos (17%) e os hipermercados (12%). Entre os locais preferidos para uso estão mar (39%) e piscina (37%).
A mulher brasileira é a que tem mais cuidado com suas peças. Grande parte (86%) lava-as após utilizá-las; 67% pendura para secar e 60% enxágua para eliminar os resíduos da água do mar e do cloro, que aceleram o processo de desgaste das peças. A maioria (69%) acredita que uma peça confeccionada com tecido próprio para moda praia é muito melhor do que tecidos impróprios.
Entre as características que consideram mais importantes numa peça de moda praia estão:
- não lacear (79%)
- sentir-se bem (77%)
- ficar no lugar (74%)
- não ser transparente (72%)
- ser confortável (70%).
“A INVISTA realiza constantemente pesquisas com consumidores de diferentes países para entender seu grau de satisfação com o que existe atualmente no mercado da moda e quais as necessidades de consumo e comportamento para adequar o desenvolvimento e a produção de novas fibras têxteis, que possam proporciornar na confecção do tecido conforto, bem-estar, qualidade de vida e praticidade ao dia a dia” comenta Silvana Eva, gerente de produto moda praia da INVISTA no Brasil.
O que é o fio LYCRA®?
O fio LYCRA® é marca registrada da INVISTA para seu fio elastano e hoje está entre as mais conhecidas em todo o mundo, tendo conquistado ao longo das últimas cinco décadas a confiança dos consumidores pela qualidade, liberdade de movimento e caimento perfeito que o fio proporciona.
A INVISTA é um dos maiores produtores integrados de polímeros e fibras, principalmente para aplicações de nylon, spandex e poliéster, de todo o mundo. Com presença atuante em mais de 20 países, a INVISTA, com sua estrutura global de negócios, agrega valor excepcional aos seus clientes através de inovações tecnológicas e conhecimento de mercado combinados a um prestigioso portifólio de marcas para vestuário: fio LYCRA®, fio SUPPLEX®, fio TACTEL®, fio COOLMAX®, tecido e enchimento THERMOLITE® e tecido freshFX®. Para sinalizar “LYCRA®” como uma marca, a palavra “LYCRA®” precisa ser escrita em maiúscula e com o símbolo ®, e sempre usado com o termo genérico apropriado. Para mais informações sobre a marca do fio LYCRA® visite www.LYCRA.com.
Bronzear é preciso, descascar não.
Desde que madame Chanel pegou aquele sol na Riviera Francesa e voltou para Paris da cor do pecado que a alvura da pele deixou de ser glamour e passou a ser mais um acessório da mulher que está bem e na moda. Nos anos 20 ainda existir umna bela camada de ozônio em torno da Terra, hoje não e apesar de ser sexy uma marquinha de biquini, o sol pode fazer estragos.
Ok! isso posto quando você vai pegar sol pra ficar com cara de saudável e bonita, faz tudo certinho e passa protetor solar, não se expõe demais, usa hidratante pós-sol, mas mesmo assim descasca a pele bronzeada.
Preste atenção: quando a pele começa a descascar é um aviso do corpo de que foi queimado demais e o descascado nada mais é do que as células mortas indo embora. Tente diminuir o tempo de exposição, use chapéus e se proteja mais ainda na próxima vez que for se bronzear na praia ou piscina. E existem níveis e níveis de descascados de pele no verão: aquele basiquinho no nariz, os cheios de bolhas, as peles de cobra bem ressecadas!
Há alguns casos que apenas um bom hidratante resfrescante, sem cânfora é suficiente. Mas se abusar pode ser necessário passar um pós-sol daqueles poderosos para queimaduras, em outros casos até precisa de hospital!!! Espero que nunca seja esse seu caso!
E para os descascados mais comuns, sem bolhas, indico para ajudar a pele a definitivamente a eliminar, sem agredi-la, das células ressecadas e mortas: use um esfoliante suave no banho e depois faça uma boa hidratação.
Outro truque também para não ficar toda hora arrebitando mais pelinhas é usar um bom óleo vegetal para o corpo antes de sair do banho.
Mas o melhor mesmo é diminuir o tempo no sol para ficar com a cor por mais tempo sem descascar. Contraditório, mas verdadeiro e bem mais chique para os dias de hoje e seus raios UVA e UVB.
Paris é a cidade dos bon-vivants, onde se aprecia o melhor da gastronomia acompanhada por excelentes vinhos. É o lugar em que a vanguarda nas artes plásticas tem espaço garantido e a moda prêt-à-porter pode ser vista naturalmente nas calçadas e no metrô. E não é só isso, a cidade-luz sempre nos surpreende quando o assunto é glamour e é lá que um luxinho a mais habita: o Dior Institut, um SPA de grife que fica no histórico e sofisticado hotel Plaza Atheneé. Faça o passeio virtual para conhecer e visualizar essa maravilha de lugar.
O Dior Institut é mais um business que deriva da poderosa marca que tem cremes, perfumes, acessórios e foi inspirada no nome de um dos mais respeitados estilistas franceses: Christian Dior (1905-1957), que atualmente já tem até um museu em sua homenagem num castelo charmoso em Granville, cidade onde ele nasceu, na região da Normandia. Dior gostava de mulher bonita e bem cuidada e foi o criador do new look na alta costura no final dos anos 40, com a proposta de valorizar a feminilidade, a silhueta de cinturinha fina, colares de pérola e muitas saias e vestidos volumosos, uma estética que até hoje é revisitada.
Mas voltando, o SPA é um sonho de consumo para qualquer mortal. Com tratamentos de rejuvenescimento da pele para quem está sempre chiquérrima, mas às voltas com os fusos horários, eles oferecem o 75 Minute Anti-Jet Lag treatment; já para quem quer experimentar um lifting para exorcizar as rugas sem intervenção cirúrgica há o 3D Lifting Massage com um plus, que é o peeling por microabrasão, e por aí vai uma série de possibilidades para viver momentos de celebridade pele de pêssego.
E claro que todos os produtos utilizados são da marca Dior e, com a globalização, podem ser adquiridos em 4 vezes no cartão em qualquer boa perfumaria no mundo, ou seja, nem tudo está perdido. Tudo no SPA é sofisticado, das toalhinhas aos roupões de algodão egípcio, do piso de mármore à iluminação difusa, sem falar no uniforme das terapeutas, que é um escândalo de bom gosto.
Mas me diga agora, como não dar uma relaxadinha só de olhar a Torre Eiffel, hein? Dá até para dispensar todos os mimos do SPA só para ficar admirando os telhados românticos de Paris, não dá?
Se depois de ler o post você ficou com vontade de desfrutar desse deleite, mas ir à Paris não está nos seus planos mais imediatos, saiba que aqui, na América Latina, um resort em Florianópolis recebeu recentemente uma autorização exclusiva para realizar os tratamentos do Dior Institute em terra brasileira.
A gente precisa escolher o tipo de óculos que quer para enxergar o mundo. Hoje escolhi um rosa que deixa tudo, inclusive a comida, com uma nota a mais, tipo gosto de céu ou de neve pra combinar com a paisagem daqui! Sempre me preparo pra entrar no trem, me vestindo de coisas gostosas pra me acompanhar: um pedaço de chocolate do Gilles Cresno (70% cacau), trouxe algumas frutas secas orgânicas, comprei uma saladinha super bio de quinoa no trem, figos de sobremesa e, pro chá da tarde, hummmmm... macarons do Pierre Hermé recheados com creme brûlée (e eu nem gosto de doce!).
Coloquei a mesa com uma toalhinha de linho e, ao lado da paisagem nevada, a -5 graus lá fora, fiz meu picnic no trem, me sentindo a pessoa mais feliz do mundo. A paisagem lá fora... Bordeaux... Graves, onde tem tintos que gosto muito. Adoro o estado de suspensão que a viagem dá, este surfar no tempo onde tudo cabe. Quando chegar na estação, vou pegar um táxi pro hotel fazenda no qual me hospedarei.
Hoje vi uma moça com o nariz idêntico ao do finado Michael Jackson (foto 1). Provavelmente, ela deve ter feito pelo menos umas 5 cirurgias porque era tão "tunado" o nariz que já parecia um protótipo de mecatrônica.
Pesquisei e vi em sites de fofocas que o ídolo pop fez mais de 30 plásticas!!! E só no nariz!!! Claro que não precisa ser especialista para notar que algo deu muito errado. Ele queria ter o narizinho da Diana Ross e acabou ficando igual a um Peter Pan mal desenhado. RIP Michael Jackson.
Mas, falemos de narizes femininos, no nosso caso. O nariz fica bem no meio do rosto da gente. Está ali pra ser visto, fazer o quê? Não é raro encontrar mulheres que detestam o nariz, que têm complexo de sua aparência, seja porque acham grande demais, ou bolinha demais, ou fino demais, tudo em demasia, só arrebitado de menos. 20% das mulheres que procuram mudar o nariz possuem “dismorfismo corpóreo”, que é uma doença psiquiátrica que faz com que a pessoa nunca esteja satisfeita com o seu corpo.
Nos pacientes que buscam outros tipos de cirurgia plástica, o percentual de quem tem dismorfismo é de 5%, segundo pesquisas médicas. Ou seja, mudar o nariz não é tão normal assim… Conheço um bocado de gente que operou o nariz uma vez e ficou legal, super ok, mas quem operou mais de duas, três vezes… aí só me lembro do ditado: “ficou pior a emenda que o soneto”. Claro que não falo de quem tem problemas de septo e outros, mas falo de quem faz a cirurgia estética mesmo.
Já reparam que nariz com muita plástica fica absolutamente artificial e igual ao da Barbie? Gente jovem fica com cara de bem mais velha, raramente fica muito bom. Um exemplo colírio para os olhos é essa transformação do nariz da Scarlett Johansson (foto 2), ela é deslumbrante, mas que conste que deu uma bela caprichada no nariz!
Geralmente, acho nariz grande bonito em mulher, tem aquele ar grego, chique como a Silvia Pfeiffer (foto 3). Olha ela que bonita! Com quase dois metros de altura, imagina se a mulher ia ter um narizinho pequeno e arrebitado? Ficaria ridículo.
Claro que fazer uma rinoplastia e se sentir mais bonita não é pecado nenhum, mas quando a autoimagem fica distorcida (literalmente) precisa ir para o psiquiatra e não ao cirurgião plástico. Mas, lembre-se que não é o nariz que tem sua personalidade, mas você o inclui no pacote que te faz ser o que é.